Dieta Detox: o outro lado da dieta

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Em julho de 2015, a Agência Nacional da Vigilância Sanitária, a ANVISA, suspendeu a publicação de uma série de produtos com a denominação “detox”. Por encontrar irregularidades nas informações nutricionais presentes nos rótulos. Algumas marcas apresentavam em seus sucos, por exemplo, certas características que não foram aprovadas pelo crivo da agência reguladora.

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Na portaria publicada no Diário Oficial da União, a ANVISA diz que não aprovou as seguintes  informações: “reduz inchaço; promove perda de peso saudável com o efeito termogênico; disposição para atividades físicas; fibras que eliminam gordura; aumenta a saciedade PR mais tempo; reduz flacidez, rugas, celulites, estrias; regularização intestinal”. A ordem não proibiu a comercialização dos produtos, mas exigiu cautela na propaganda.

Em minha opinião não acredito em dieta detox. Não há respaldo científico suficiente para indicá-la. Acredito em alimentação com alimentos in natura, minimamente processados, sem conservantes, sem corantes, rica em oxidantes, fibras e nutrientes funcionais, como, ômega 3, carotenoides, ácidos ascórbicos, fibras solúveis e outros.

O modismo é um dos maiores motivos de criticas. Muitos acreditam que o termo “detox” tem sido usado sem critérios, apenas com fins comerciais, para atrair mais clientes e com pouca preocupação com a saúde.

É preciso que as pessoas entendam a comer corretamente sem modismos.

Abraço

Luciana Coppini
Publicada na revista Negócio e Estética em novembro de 2015.